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LIÇÃO 11 - A RESSURREIÇÃO E SEUS OBJETIVOS
Texto Básico: I Coríntios 15:9-24 // Verso Áureo: Apoc. 20:6

INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
Fico pensando por que Jesus disse repetidas vezes que ressuscitaria Seus discípulos no último dia. É com muita razão que a apóstolo enfoca aos coríntios que, se Cristo não ressuscitou, todos estariam definitivamente perdidos. Isto faz da ressurreição de Cristo um acontecimento da maior importância e essencial no plano da salvação. Isto garante nossa fé, pois, se verdadeiramente estivermos nEle e em Sua Palavra, ressuscitaremos e viveremos, assim como Ele venceu a morte e vive eternamente.

QUESTIONÁRIO
1. Por que satanás tentou desviar o Mestre de Sua missão voluntária de morrer pela humanidade?
Sem derramamento de sangue, não há remissão. No sistema levítico, era mister que animais sem mancha, inocentes, substituíssem os homens na morte e derramamento de sangue. Este sistema, no entanto, era provisório e simbólico, pois o sangue de animais não podia cancelar pecados. Apenas os transferiam para o santuário, dependendo do verdadeiro e único cordeiro que viria: Jesus o Cristo. Somente Sua morte, daria validade a tudo que foi feito no passado e garantiria o futuro. Se Jesus não morresse e não ressuscitasse, vencendo a morte, ninguém se salvaria; nem no passado, nem no porvir (I Cor. 15:16-18). Imagine que chance de salvação terão os que não se julgam dependentes do sacrifício e ressurreição de Cristo!

2. Que estratégia tem usado as forças diabólicas para afastar do homem a possibilidade de salvação?
Tem colocado na mente do homem a possibilidade de salvação sem depender de Jesus e de Seu sacrifício. As religiões ensinam vários meios de purificação: por meio de sucessivos nascimentos, a reencarnação; pela compra de indulgências e prática de boas obras; por uma vida monástica e de penitências, isolado do meio social comum, etc. Ademais, dizem que missas e outros esforços dos vivos, ajudam seus mortos. Os protestantes ensinam que basta crer em Jesus e se afiliar em qualquer denominação, deixando de lado a necessidade de se andar realmente pela Palavra de Deus. Defendem a contraditória imortalidade da alma, pois se o homem é imortal, não tem sentido dizer que é preciso crer em Jesus para se adquirir a vida eterna. Além disto, os imortalistas e os de tendências espíritas sempre insistem em provar que os mortos estão vivos em outra dimensão e em algum lugar, tranqüilizando e confortando os que não querem saber de conhecer as Escrituras e deixar a vida de pecado.

3. Qual é o salário do pecado? Como entender a existência da primeira e segunda morte? É possível se livrar de ambas?
Paulo nos diz que o salário do pecado é a morte (Rom. 6:23). Esta entrou por um homem, Adão, mas foi vencida por um outro, Cristo (Rom. 3:12-19). Todos nós temos que passar pela primeira morte (Heb. 9:27) e estamos sujeitos à segunda, se não aceitarmos a salvação do Senhor (Apoc. 20:6, 11-15). Podemos entender a primeira como resultado físico maior do pecado (outros efeitos físicos são os problemas, enfermidades, tribulações, etc.) e a segunda como conseqüência espiritual. A morte espiritual ou segunda morte é o fim do ímpio. Os remidos não estão sujeitos mais a esta morte, pois no ato do batismo, morrem definitivamente para o pecado, ressuscitando novas criaturas ao saírem das águas, e não entram mais em juízo. Passam pela segunda morte antecipadamente. Os não remidos a terão que encarar no juízo.

4. Ensina a Bíblia que o homem possui a imortalidade? De onde se originou tal idéia, cultuada até hoje em nossos dias?
Deus advertiu que se nossos pais pecassem, certamente morreriam (Gên. 2:17). Satanás lhes disse que não (Gên. 3:4). Até hoje os homens seguem crendo numa imortalidade que não existe (Salmo 8:4; I Cor. 15:54; II Cor. 4:11; 5:4). A única forma de alcançarmos a imortalidade é por meio de Cristo (João 3:16; 6:27, 47)

5. De quantas ressurreições no fala a Bíblia?
Várias ressurreições ocorreram antes e depois de Cristo (I Reis 17:22-24; Heb. 11:35), todavia estes personagens viveram por algum tempo e morreram de novo. Jesus ressuscitou num corpo incorruptível. O novo corpo é o mesmo que jazia no sepulcro, todavia agora estava transformado, imortal e indestrutível. Já vimos que Jesus falou da ressurreição final de justos e ímpios (João 5:28, 29). Haverão duas ressurreições, separadas por um período de mil anos. Da primeira participarão todos os santos mortos desde o princípio e da segunda, os ímpios mortos (Apoc. 20:4-6). Os justos vivos, após a ressurreição dos remidos, passarão por uma transformação, deixando a condição de humanos e assumindo a incorruptibilidade (I Cor. 15:52).

6. Como e quando os mortos receberão sua recompensa? Esperavam os servos de Deus uma recompensa logo após a morte?
Definitivamente, os remidos serão recompensados na vinda do Messias com a ressurreição para a vida eterna (Luc. 20:36; 14:14; Salmo 17:15; I Tess. 4:16; I Cor. 15:22,23; Mat. 16:27; Fil. 3:11,21; II Tim. 4:8; Apoc. 20:6; 22:12) . O homem é mortal e nada permanece consciente e vivo após a morte (Ecl. 9:5,6,10; Salmo 146:4).