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Lição 37 - Discernindo Profetas e Profecias
Texto Básico: Ezequiel 13:1-9 // Verso Áureo: Jeremias 23:21

INTRODUÇÃO DA LIÇÃO
A divisão religiosa em si já é algo reprovado por Deus. Não existem duas verdades, como também não existem dois caminhos que nos levam à salvação. Em todas as épocas, Deus sempre escolheu um único povo que O representasse e hoje não é diferente. Acompanhando todo este engodo religioso, surgiram os que querem se passar por profetas e muitos são aqueles que defendem e os aceitam. Cremos fielmente no dom e no espírito de profecia, mas o que temos visto não corresponde aos ditames da Palavra de Deus.

QUESTIONÁRIO
1. Que teste bíblico podemos aplicar nos profetas de nossos dias? Devemos crer em qualquer espírito que se apresenta como de Deus?
Buscando credibilidade, os profetas modernos se envolvem em previsões e marcações de datas. Na maioria das vezes, ocorre exatamente o contrário do que profetizam. Precisamos, não apenas conferir se suas profecias se cumprem, mas verificarmos onde nos querem levar tais profetas. Somos orientados a provar os espíritos e a não temer os que usam falsamente o nome de Deus (I João 4:1). O cumprimento de uma ou mais predições não é suficiente para que o profeta seja considerado como de Deus. Normalmente eles se aproveitam de um ou outro vaticínio bem sucedido para, adquirindo credibilidade, colocarem suas falsas doutrinas (Deut. 13:1-3; 18:21,22). Temos que prová-los pelos seus ensinos e basta uma predição falsa, para concluirmos que é falso. Deus não mente nem se engana.

2. Que exemplos bíblicos podemos citar, de que falsos profetas buscam credibilidade e procuram se firmar como mensageiros de Deus?
Zedequias ilustrou seu vaticínio com uns chifres de ferro e tentou persuadir o profeta Micaías a dizer boas coisas ao rei. Hananias, quebrando um jugo de madeira que estava no pescoço de Jeremias, tentava convencer o povo de Judá de que dentro de dois anos traria de volta o rei Jeconias e os vasos da casa do Senhor que estavam em Babilônia, pondo fim ao cativeiro. Esta mensagem contrariava a Jeremias, que anunciava um cativeiro de setenta anos (I Reis 22:1-14; Jer. 27:2; 28:1-4, 10-17; 25:11,12).

3. Entre os falsos profetas atuais, o que podemos dizer de William Branham?
Nasceu nos Estados Unidos em 1909 e morreu em 1965. Fundou a seita “Tabernáculo da Fé” e se considerava como o profeta Elias, vindo a preparar a Igreja para a volta de Jesus. Pregou que Caim era filho natural de Eva e a serpente, pois no seu entender, o pecado de Eva foi ter relações com o diabo. Em seu livro “A Dispensação da Era de Laodicéia”, págs. 6-9, afirma “junto com a inspiração divina”, que o Milênio deveria começar em 1977. Na verdade, a expressão bíblica “filhos do diabo” se refere aos homens que, por livre vontade estão no pecado. Jesus assim classificou alguns judeus que O queriam matar, não em função da genealogia deles, pois eram descendentes de Abraão, mas de suas atitudes homicidas (João 8:37-44).

4. Foi o fundador do mormonismo, considerado como um profeta? Que informações temos sobre ele?
Joseph Smith Jr, de família metodista, nasceu em Sharon (U.S.A) em 1805 e foi linchado e assassinado em 1844 por uma multidão de Nauvoo- Illinois, que invadiu a prisão e o matou. A sua morte está relacionada à doutrina da poligamia (casamento de um homem com várias mulheres - doutrina mantida no mormonismo até 1889 - abolida mediante lei do governo americano). Fundou em 1830 a seita, afirmando ter recebido em placas de metal, a mensagem a ser pregada. Diz-se que o sucessor de Smith, Brighan Young, ao morrer deixou 17 viúvas e 56 filhos. Uma grande blasfêmia mórmon: “Jesus Cristo foi polígamo: Marta e Maria, irmãs de Lázaro, eram suas esposas pluralistas, e Maria Madalena era outra. Também, a festa nupcial de Caná da Galiléia, onde Jesus transformou a água em vinho, foi por ocasião de um de seus próprios casamentos”. (Brighan Young em Wife nº 19, cap. XXXV)

5. Que dizer de Russel e sua seita? Que sérios enganos permeiam o movimento russelita?
Charles Taze Russel fundou a seita hoje conhecida como “Testemunhas de Jeová”. A princípio não usavam este nome, mas eram conhecidos por: Aurora Milenar, Auroristas Mileristas, Sociedade Panfletária Atalaia de Sião, A Sociedade Bíblica e Panfletária Atalaia, Associação Púlpito do Povo e Associação Internacional dos Estudiosos da Bíblia. O nome “Testemunhas de Jeová” só passou a ser usado a partir de 1931. A seita ensina que Jesus está reinando desde 1914 e que o reino é na terra, todavia um grupo menor, composto de 144 mil, começou a subir ao céu, ressuscitados espiritualmente a partir de 1918. Os adeptos esperavam para 1975, o fim dos sistemas do mundo, com a guerra do Armagedom. Outro grave erro do jeovismo é negar a ressurreição de Cristo, ao dizer que Seu corpo terreno desapareceu da sepultura e que o corpo que Ele se apresentou posteriormente, era outro. A Bíblia diz que Ele não se corrompeu na sepultura (Atos 2:27,31). O corpo de Jesus foi transformado, como ocorrerá com os salvos em Sua vinda (I Cor. 15:52-54).

6. Podemos acreditar em Ellen White? Que provas temos de que suas visões e revelações não são de Deus?
Como dissemos, basta um erro para que o profeta seja falso. Analisemos uma de suas visões: “Em 1847, enquanto os irmãos estavam reunidos no sábado em Topsham, Maine, o Senhor deu-me a seguinte visão: Sentíamos um incomum espírito de oração. E ao orarmos o Espírito Santo desceu sobre nós. Estávamos muito felizes. Logo perdi de vista as coisas terrestres e fui arrebatada em visão da glória de Deus. Vi um anjo que voava ligeiro para mim. Rápido levou-me da Terra para a Cidade Santa. Na cidade vi um templo no qual entrei.” (Ellen White, Primeiros Escritos, pág. 32 - Terceira Edição). Compare o assunto com Apoc. 21:22.
Como a profetisa viu um templo na Nova Jerusalém?


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