Escolha uma cor para o fundo:  


Lição 49 - Templo do Espírito Santo

Objetivo da LIÇÃO
Provar a necessidade de santificação e domínio de nossos membros e de nossa carne, para não pecarmos, uma vez que nos unimos com o Senhor. Este domínio inclui rechaçar vícios e costumes herdados dos gentios que não conhecem ao Senhor.

INTRODUÇÃO
Ao recebermos o santo batismo, nos unimos ao Senhor e passamos a fazer parte de Seu Corpo, a Igreja. Individualmente somos membros e nos tornamos Sua morada, habitação de Seu Espírito. Rompemos com o mundo, seus costumes carnais e diabólicos e não mais concordamos com muitos de seus conceitos e valores. Agora nos orientamos pela Palavra de Deus e dela tomamos os exemplos e modo de vida. Os vícios em geral, as drogas, a prostituição, tudo deve ficar para trás, pois agora é Deus quem habita em nós. Igualmente o uso dos manjares abomináveis do mundo, deve desaparecer de nossa mesa e dar lugar a uma alimentação sadia que não contrarie a Palavra de Deus nem prejudique nossa saúde. Tudo que fere ou destrói nosso corpo, destrói o Templo do Espírito Santo. O profeta Daniel e seus companheiros estavam conscientes destas coisas e recusaram a comida e bebida real (Daniel 1:5-8).

QUESTIONÁRIO
1. Uma vez salvos em Cristo e mortos para o pecado, como devemos ser?
Rom. 6:11-13; Efés. 4:17; 5:11,12; Col. 3:1-3. Devemos nos afastar das práticas pecaminosas e de nossa associação com os ímpios e buscarmos as coisas de cima.

2. Que é nosso corpo para Deus?
Templo do Espírito Santo. I Cor. 3:16; 6:19, 20; João 14:23.

3. Pode o crente se achar envolvido em vícios, prostituição e adultérios?
Como santuário de Deus, não pode-mos unir Seu templo com as trevas.
O fumo, as drogas e o álcool são agentes destruidores e quem destruir o Templo de Deus, será igualmente destruído (I Cor. 3:17; II Cor. 6:16)
Prostituição: Relação sexual fora do casamento, entre pessoas solteiras (Efés 5:5; I Cor. 5:9; 6:18; 7:2; Col. 3:5,6; Apoc. 21:8).
Adultério: Relação sexual ilícita, envolvendo uma pessoa casada e uma solteira ou duas de diferentes casamentos (êxodo 20:14; I Cor. 6:10; Heb. 13:4) .

4. Em termos de comida e bebida, há alguma recomendação bíblica?
Daniel e seus companheiros recusaram a comida e bebida de Babilônia. Deus dá-nos referências dos animais limpos e imundos em Levítico 11 e Deuteronômio 14 e recomenda que sejamos santos e não nos tornemos abomináveis.

5. Com relação aos animais imundos, por que rejeitá-los?
Animais imundos não foram autorizados como alimento ao povo de Deus e nem serviram para os holocaustos. Os que os usavam eram abomináveis (Isaías 65:3-5 ;66:17). O profeta compara o porco com o rato e diz que serão consumidos os que comem tais abominações. O povo santo fazia diferença entre um e outro (Ezeq. 22:26; 44:23) e não comia mesmo (Atos 10:14 )!

6. Alguns textos não parecem permitir uso de todos os manjares?
Isolar versos bíblicos contraria a hermenêutica. Temos que entender os versos, comparando e relacionando-os com todo o capítulo (I Cor. 2:13; Isaías 28:10, 13). Alguns versos citados são:
O que entra pela boca não contamina o homem (Mat. 15:11, 20). Aí Jesus trata de comer sem antes lavar as mãos e não de carnes imundas. Lençol com animais purificados (Atos 10:11-15,28): Representa os gentios convertidos. Se os animais tivessem sido purificados, Apoc. 18:2 não falaria mais em ave imunda e aborrecível. Pela oração é santificado (I Tim. 4:3-5): A oração não santifica o que o próprio Deus declarou imundo. Se assim o fosse e seus defensores teriam que comer de todos os animais (ratos, cobras, insetos, cães, etc.), pois, como dizem, não há nada que rejeitar. Querer usar o texto para liberar o apenas o porco, está errado. Se a oração santifica a tudo, que comam de tudo! A Palavra, porém, fala de manjares que Deus criou para os fiéis. Conheça-os lendo Lev. 11 e Deut. 14.
Os subprodutos, principalmente do porco, como o toucinho (bacon) e a banha muitas vezes se acham nas fórmulas de alimentos industrializados, exigindo nossa atenção.

7. Quais são as conseqüências desta desobediência?
De imediato, muitas enfermidades e pessoas que morrem em função de pestes transmitidas por carnes imundas. Muitos vivem pedindo oração, mas não querem abandonar as suas abominações. No futuro, a condenação (Isaías 66:17). Comer carnes imundas e usar o fumo não é muito diferente: o papel é o mesmo!
O povo de Deus deve ser santo, abandonar o costume dos gentios e abster-se de todas as abominações.


Para mais informações:
benepocas@msn.com
Ou ligue para Min. Benedito Poças
Telef: (0XX)68.3222-7636

Voltar